




AMIS & Bikini: além da estética – respeito aos tecidos moles e experiência do paciente. Indicações, pérolas técnicas, curva de aprendizado, benefícios clínicos
Filosofia sem releases: quando menos realmente pode ser mais? Evolução do acesso AMIS, benefícios clínicos, instrumentação dedicada
DAA sem mesa: evolução técnica ou apenas um fluxo cirúrgico diferente? Medacta também oferece suporte para DAA sem mesa ortopédica
Curva de aprendizado: as questões espinopélvicas são relevantes independentemente da via de acesso? Alinhamento espinopélvico. Resultados da ATQ, MyHip Planner, NextAR
O que realmente melhora a recuperação: a via, a execução ou a jornada assistencial?
As questões espinopélvicas são relevantes independentemente da via de acesso? Alinhamento espinopélvico, resultados da ATQ. HipPlanejar para ter sucesso: como o planejamento 3D muda a estratégia na prótese primária. MyHip Planner · análise espinopélvica · cirurgia virtual · tomada de decisão
Hastes com colar em 2026: onde está a evidência e qual é o valor real?
Hastes curtas na prótese primária: indicação ideal ou uso excessivo?
A fixação cimentada está voltando ao centro da artroplastia moderna do quadril?
Dupla mobilidade: quando e por que ela faz diferença?
Prótese primária do quadril
Um caso primário difícil: o que desafiou meu plano inicial
Um caso de revisão difícil: o que aprendi com a complexidade
Caso que testou os limites: insight que mudou a prática futura
Quando a via escolhida não entregou o que eu esperava: lições de um caso desafiador
Obesidade, fêmures difíceis e exposição desafiadora: quando insistir e quando não insistir?
Displasia, protrusão e anatomia alterada: planejamento e execução por AMIS
Conversões e quadris pós-traumáticos: até onde a AMIS pode ir?
Painel LatAm: como construir programas confiáveis de AMIS no mundo real
Revisão femoral: quando menos fixação é suficiente – e quando não é
Modularidade na revisão: ganhando controle na reconstrução femoral complexa
Revisão acetabular: do planejamento à reconstrução – estratégia e execução pela AMIS
Quando os implantes convencionais não bastam: soluções para defeitos complexos e descontinuidade pélvica
Painel : a via anterior é apenas para o primário ou uma verdadeira plataforma de reconstrução?
PREVIEW DO CADAVER LAB SÁBADO, 03 DE OUTUBRO
Existe espaço para CR ainda?
Sacrificar LCP. Existe diferença na escolha PS, UC, MC e MP?
Estabilização medial: tendência? O que diferencia a MP da MC ou MS?
Base rotatória: existe benefício?
Implantes não cimentados: qual real benefício e indicação atual. Custo efetivo?
Próteses customizadas: programação, benefício, conceito de alinhamento
Alinhamento mecânico ainda é o padrão ouro?
Racional do alinhamento cinemático. Plano coronal apenas? Funcional, cinemático restrito
Existem limites no cinemático? Quando não indicar?
Ferramentas de execução (IM, PSI, Robô)
O que influencia os alinhamentos na patelofemoral, existe implante específico para KA?
Assistência robótica nos alinhamentos
Infecção na ATJ: como mitigar riscos. Como proceder no pré, intra e pós-algoritmo
Infecção na ATJ – DAIR
Níveis de constrição para artroplastia complexa primária
Preparo do solo. O que o cirurgião deve saber
Evidência nas situações práticas: garrote, dreno, ácido tranexâmico, hemostáticos, soluções para lavagem, antibiótico
Analgesia na prótese de joelho: qual melhor protocolo para reabilitação precoce? Bloqueio regional/intra-articular
Limites na unicompartimental
Posicionamento dos implantes. O que existe do conceito cinemático na Uni?
Uni lateral. Qual paciente possui a melhor indicação? Como executar? Uni Lateral
Quais implantes possuem melhores resultados na Uni medial e lateral? (base fixa, móvel, anatômico)
Tecnologia na execução. O que há de melhor no Brasil?
Estratégias na artroplastia para fraturas complexas
Tratamento da perda óssea grave do úmero: dicas, truques e armadilhas
A minha técnica de preferência para uma reinserção fiável da tuberosidade
Tratamento do subescapular: reparar ou não reparar?
5 dicas que mudaram a minha prática
Evolução da patologia da glenoide e o seu papel na tomada de decisões cirúrgicas
Obtenção de uma fixação estável da glenoide e maximização da amplitude de movimento
Fundamentos e técnica para enxertamento ósseo autólogo da glenoide na artroplastia reversa do ombro
Tratamento da glenoide: porque prefiro os aumentos metálicos?
5 dicas que mudaram a minha prática
Planeamento pré-operatório e análise de dados do doente na tomada de decisões cirúrgicas
Instrumentação específica para cada paciente: alcançando precisão previsível
Melhorando a precisão: realidade aumentada e orientação intraoperatória na artroplastia do ombro
Tecnologias: PSI vs robótica vs navegação vs realidade aumentada
O futuro da artroplastia do ombro: o que nos espera?
Limites na unicompartimental
Posicionamento dos implantes. O que existe do conceito cinemático na Uni?
Uni lateral. Qual paciente possui a melhor indicação? Como executar? Uni Lateral
Quais implantes possuem melhores resultados na Uni medial e lateral? (base fixa, móvel, anatômico)
Tecnologia na execução. O que há de melhor no Brasil?
Debate baseado num caso clínico: a artroplastia reversa parece promissora, mas o paciente não está satisfeito
Debate baseado em caso clínico: paciente ativo de 55 anos com osteoartrite primária e glenoide tipo B2/B3 grave
Sessão plenária — todos juntos
Técnica AMIS: dicas e truques (abertura, evidência, anatomia e aspectos técnicos)
Bloco 1 — rotação
Turma 1 → Laboratório | Turma 2 → Discussão de casos
Almoço
Bloco 2 — rotação
Turma 2 → Laboratório | Turma 1 → Discussão de casos
Síntese e encerramento
Debriefing final, certificação e foto oficial
Encerramento
Boas-vindas e abertura
Objetivos do curso, faculty e dinâmica do dia (5')
Soluções Medacta para artroplastia do quadril
Plataforma de implantes, instrumental e o ecossistema AMIS (10')
História da abordagem anterior
Evolução do acesso anterior à era AMIS (10')
Por que mudar para AMIS?
Evidência, benefícios funcionais, curva de aprendizado e seleção dos primeiros casos (15')
Anatomia aplicada e vídeo AMIS passo a passo
Intervalo de Hueter, nervo cutâneo femoral lateral, planos de segurança — vídeo comentado (20')
Aspectos técnicos da abordagem AMIS — Dicas e Truques
Núcleo da plenária: posicionamento, exposição femoral, fluoroscopia e armadilhas (20')
Discussão e perguntas
(10')
Divisão das turmas · biossegurança · briefing das estações
Encaminhamento Turma 1 → laboratório / Turma 2 → sala de discussão
Mesmo currículo de casos aplicado à Turma 1, em paralelo ao laboratório da Turma 2.
16:45 – 17:00 · Síntese, certificação e encerramento
Mensagens finais, próximos passos da rede de acesso anterior na América Latina.
Mesmo currículo de casos aplicado à Turma 1, em paralelo ao laboratório da Turma 2.
16:45 – 17:00 · Síntese, certificação e encerramento
Mensagens finais, próximos passos da rede de acesso anterior na América Latina.
Participe de uma imersão teórico-prática em cadáver dedicada à técnica AMIS. Em um formato hands-on, com vagas reduzidas, o treinamento combina sessão plenária, prática assistida em laboratório e discussão de casos para aprofundar anatomia aplicada, planejamento, execução técnica e tomada de decisão em artroplastia do quadril.
Além da programação científica, o simpósio foi pensado como um ambiente de encontro entre especialistas, lideranças médicas, distribuidores, representantes e profissionais ligados ao ecossistema ortopédico.
O M.O.R.E. Brazilian Symposium é um encontro científico internacional dedicado à atualização em ortopedia, reunindo especialistas brasileiros e convidados internacionais para compartilhar conhecimento, discutir casos clínicos e apresentar diferentes perspectivas sobre as principais técnicas e tendências da especialidade. A edição de 2026 marca a primeira realização do simpósio no Brasil.
O simpósio será realizado no dia 02 de outubro de 2026, em São Paulo (SP). No dia 03 de outubro, acontecerá o Cadáver Lab de Quadril, uma atividade prática complementar destinada aos participantes dessa modalidade.
O 1st M.O.R.E. Brazilian Symposium será realizado no Centro de Convenções Grand Mercure & Pullman Vila Olímpia, em São Paulo (SP). Localizado na Vila Olímpia, o espaço oferece estrutura para eventos científicos e acesso a opções de hospedagem, alimentação e transporte. As orientações de deslocamento e hospedagem estão disponíveis nesta página.
Sim. As inscrições já estão disponíveis e podem ser realizadas diretamente por meio desta página, de acordo com as modalidades e a disponibilidade de vagas.
A programação científica será divulgada progressivamente nos canais oficiais do evento. A programação preliminar já pode ser consultada nesta página. Ela será atualizada periodicamente conforme novos palestrantes, convidados e atividades forem confirmados pela organização do evento.
O Cadáver Lab de Quadril é uma atividade prática complementar ao simpósio, realizada no dia 03 de outubro de 2026. Desenvolvido em ambiente laboratorial, o treinamento proporciona uma experiência prática voltada ao aperfeiçoamento técnico, sob orientação de especialistas convidados.
Sim. Os certificados serão disponibilizados online após o evento.
Para apoiar os participantes que virão de outras cidades, o evento conta com o suporte da Lunes Tour Viagens e Turismo, agência parceira para orientações sobre hospedagem, transporte e reservas.
Entre em contato diretamente com a agência para dúvidas e solicitações relacionadas à logística de viagem.
E-mail
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11 98268-0133 11 98879-8920
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Dr. Wesley K. Cox é cirurgião ortopédico especializado em cirurgia do ombro, cotovelo e medicina esportiva, com formação pela University of Arkansas for Medical Sciences (UAMS) e fellowship em San Francisco. Atua há décadas no tratamento de atletas de alto rendimento, sendo médico da equipe Arkansas Razorbacks e consultor ortopédico da LPGA. Reconhecido por sua contribuição à inovação em ortopedia, é detentor de 11 patentes relacionadas a dispositivos médicos e tecnologias cirúrgicas, além de desempenhar atividades de ensino, consultoria e desenvolvimento de produtos utilizados internacionalmente.
Cesare Faldini é Professor Titular de Ortopedia e Traumatologia da Universidade de Bolonha e Diretor do Departamento de Ortopedia e Traumatologia do Istituto Ortopedico Rizzoli, na Itália, um dos mais renomados centros ortopédicos do mundo. Com ampla experiência em artroplastia do quadril, cirurgia da coluna e técnicas minimamente invasivas, é referência internacional em casos complexos, deformidades do quadril e acesso anterior (AMIS). Ao longo de sua carreira, já realizou milhares de procedimentos cirúrgicos, atua como instrutor em cursos internacionais e mantém intensa atividade científica, com dezenas de publicações, livros e apresentações em congressos ao redor do mundo.
Dr. Marco Aurélio S. Neves é ortopedista especializado em cirurgia do quadril e artroplastias de quadril e joelho, com formação pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e especialização pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP. É reconhecido por sua atuação em técnicas minimamente invasivas e pelo uso de tecnologias avançadas aplicadas à cirurgia ortopédica, incluindo impressão 3D, realidade aumentada e robótica. Possui aperfeiçoamento em centros de referência nos Estados Unidos e Europa, integra o corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês e do Hospital Moriah e é membro de importantes sociedades médicas nacionais da especialidade.
Dr. Caio Checchia é especialista em cirurgia do ombro e cotovelo, atuando nas áreas assistencial, acadêmica e de pesquisa, integrando o Grupo de Ombro e Cotovelo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e o Núcleo Avançado de Ombro e Cotovelo do Hospital Sírio-Libanês. Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, onde também concluiu residência, aperfeiçoamento e doutorado, atualmente realiza pós-doutorado na USP. Complementou sua formação em centros de excelência na Suíça e na França e é membro titular das principais sociedades brasileiras da especialidade, além de consultor da Revista Brasileira de Ortopedia.
Dr. Camilo Helito é Professor Associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e referência em cirurgia do joelho, com atuação voltada ao tratamento de lesões ligamentares, meniscais, condrais, lesões multiligamentares e artroplastia. Graduado, especializado, doutorado, pós-doutorado e livre-docente pela USP, desenvolve intensa atividade científica, com mais de 200 artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais. É membro de sociedades médicas nacionais e internacionais, incluindo ISAKOS, SLARD e ACL Study Group, organização na qual integra o comitê executivo internacional.
Dr. Marcos Suehara é reconhecido por sua atuação no tratamento de lesões degenerativas e traumas esportivos, com destaque para a artroplastia de joelho com alinhamento cinemático. Graduado pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), concluiu residência em Ortopedia e Traumatologia e especialização em Cirurgia do Joelho e Artroscopia, além de formação complementar em Medicina Regenerativa Musculoesquelética. Atua em instituições de referência em São Paulo, incluindo o Hospital Israelita Albert Einstein.
Dr. Marcel Jun Sugawara Tamaoki é Professor Adjunto do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-UNIFESP), onde também coordena o Curso de Especialização em Cirurgia do Ombro e Cotovelo e lidera o respectivo grupo da especialidade. Possui doutorado, pós-doutorado e livre-docência pela UNIFESP, com atuação destacada em pesquisa clínica, medicina baseada em evidências e tecnologias emergentes aplicadas à ortopedia. Sua prática profissional concentra-se nas áreas de cirurgia do ombro e cotovelo, artroscopia, traumatologia e artroplastia.